sexta-feira, 31 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Você enxerga esse título aqui?
Você, rapaz viciado em todos os luxos da tecnologia, do computador, da internet, e insiraaquialgotecnológicobrilhante, assim como eu, já não enxerga mais, certo? Essas coisas novas só prejudicam a visão de quem quer que esteja diante delas. Já percebeu que essa geração da hora em que vivemos anda cada vez mais com a visão fodida? Pois então. Saiba que, se você AINDA não tem olho torto, deficiente visual ou pelo menos uma catarata, você é a próxima vítima. Nossos pais, moradores de uma era cenozóica antiga bem antepassada da nossa, não tinham o prazer de ter um computador pra passar as horas chatas de convivência familiar, ou seja, passavam o dia se comendo e reproduzindo. Manja aquela galera da África que tem menos de 1 dolar por dia, mas tem 15 ogros mortos de fome pra sustentarem? Então. É essa a hora que eles dizem: "NOFFA, ESSES MENINOS DE HOJE NÃO BRINCAM NA RUA, NÃO CORREM, SÓ TEM OS DEDOS MUSCULOSOS PORQUE APERTAM O MOUSE O DIA INTEIRO". Então, essa é a hora que falamos: OI, VOCÊS ERAM ASSIM PORQUE NA ERA JURÁSSICA EM QUE VOCÊS VIVIAM NÃO EXISTIA COMPUTADOR, BELEZA?
Voltando ao assunto [/desabafo], me encontrei debilitado (assim como milhões de djovens around the world) visualmente e fui à uma consulta oftalmológica (?).
1°) CHEGADA AO CONSULTÓRIO
Vai ao balcão resolver as paradas burocráticas de convênio (ou a consulta mesmo) e senta. A recepcionista SEMPRE tem uma cara bondosa. Tipo aquelas protagonistas de novela mexicana, saca? Blush rosa chockkkk, sorriso de boa-moça-simpática no rosto e um coque bem-feito e sedoso. MAS ELAS NÃO ENGANAM! Passam um tempo e essas putas vem com um colírio DUMAL pra injetar litros no seu olho. FIQUE ESPERTO VOCE QUE NUNCA FOI À UMA CONSULTA! NÃO SE DEIXEM ENGANAR PELA BELEZA ENCANTADORA DAS VADIAS DA RECEPÇÃO! Elas vêm com umas carinhas mó inocentes com uma coisinha na mão. Você pergunta:
- Que que é isso?
- Ah meu bem, é só um colírio que o médico pede para que os pacientes botem antes de entrarem pra consulta.
*olhar desconfiado*
- Vai arder só um pouquinho, tá?
VELHO, QUE PORRA É AQUELA? ME EXPLICA????????? CARALHO, ELA BOTA ÁCIDO SULFÚRICO NAQUELE COLÍRIO?? Saca, ela enfia aquilo no teu olho e enquanto você agoniza lá esperando a morte, ela ri maquiavelicamente MUAHAHAHAHA!!! VOCÊ GRITA: NOOOOOOOOOOOO!!! E ela volta pra recepção, como se não tivesse cegado um pobre paciente.
2) TESTES PRELIMINARES
AH, sem contar que antes do colírio feladaputa, a escrota te chama carinhosamente pra fazer alguns "exames". MEU SACO. Voce senta na cadeirinha lá e ela diz:
- Agora vai soprar um arzinho no seu olho, tá bem?
Eu já sou noiado com meu olho. (PRA MIM A MORTE É VER ALGUÉM PONDO/TIRANDO LENTE!) Qualquer coisa que se possa se aproximar dele eu já tenho agonia. Agora imagina a tensão de esperar o tal ventinho? Você tá lá... de boa... controlando sua ansiedade/medo da coisa que virá pros seus olhos. Daí você espera, e espera. E nada. CARA, é só você relaxar que a mulher ATIRA uma rajada de vento no teu olho. Tipos, saca quando entra um cisco dai tu pede pra tua tia soprar de leve e ela simplesmente afunda teu olho de tanta força? Daquele jeito que com certeza ou você perdeu a visão ou afundou ainda mais o cisco dentro do olho? Então, tipo isso.
3) A CONSULTA
Você fica 30 minutos esperando fazer efeito da soda cáustica do colírio, daí a recepcionista recita seu nome: "SENHOR PEDRO VITOR, PODE ME ACOMPANHAR AQUI POR FAVOR?" Nesse momento você já tá cagando de medo da velha, tipo "A chave mestra", saca? Você levanta, praticamente cego, e vai na direção que você vê os vultos, afinal não lhe resta nenhum olho mais. Entra na sala da médica, com seu olho pendurado, e começa aquele teste de visão. Primeiro ela mostra umas letras 50 kms da sua frente e te pede pra ler aquilo. Como se não bastasse, cada letra tem seus míseros o que... 3 centímetros, né? Beleza, pulando essa parte, depois vem o teste de visão. Ela bota um equipamento monstro na tua frente e vai mudando as lentes:
- Esse tá bom?
- Aham
- E esse? Tá melhor?
- Aham.
- E esse agora... melhor?
- Mas não tá... igual?
- Não não, são coisas completamente diferentes. Olha *volta pra primeira lente* e agora *vai pra segunda*
- Uhum, *NÃO TEM DIFERENÇA ALGUMA* fico com a segunda.
- Ótimo... e essa?
- Essa é boa também
- Agora?
- Calma, perdi a referência. Volta na outra?
*vai pra anterior e volta pra última*
- Calma, vai de novo
*¬¬*
- De novo
*¬¬¬*
- Ultima vez...
*WTFFF*
- Ah, não faz diferença não. :D
No fim das contas, ela fica tão puta que na hora de fazer a receita ela deve botar 75 graus de miopia + 12 inverso de astigmatismo. Na real esses médicos são todos uns cuzões. Voce vai só por ir, pra ter a certeza de que não precisa de óculos nem nada e eles: "Não não, você tem 10 mil de hipermetropia em um olho e 0,75 em outro, me dê seu dinheiro e apodreça seus olhos rerere". O fato, velho, é que muita gente vai nessa de acreditar, faz os óculos, e aquilo se torna uma dependência. Como diz o grande ditado do MC Créu: "Uma vez com óculos, você nunca mais conseguirá se virar sem ele."
Postado por Pedro Ascar às 19:47 35 humores foram limitados.
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Subcelebridade do interior.
Para quem não me conhece, prazer. Sou Gabriel e morei 19 anos numa cidade
Como a questão de eu ser tratado como um ex-BBB que, em matéria pro Fantástico, relembra suas origens visitando a cidade natal. Desde que cheguei, há uma semana exata, não parei em casa. Mentira, parei sim, mas vez ou outra tenho que sair para visitar inúmeros parentes.
Claro que visito meus avós com o maior prazer, isso não é problema. Chato é ter que ficar ouvindo a todo momento um "Nooossa, quanto tempooo... Tá boniiito... E essa barba?"
Mas como parente é parente, a gente releva.
Ex-BBB é famoso por um curto tempo, o meu caso aqui. Sou famoso na cidade enquanto durarem minhas férias. Exemplo? A vizinha do fundo de casa. No dia seguinte à minha chegada recebi de presente uma forma de pão de queijo especialmente para mim. Rârs!
A tia do bar em frente a minha casa ficou toda alegre e para ser mais criativa que os outros, disse: "Nooossa, quanto tempooo... Tá boniiito... E essa barba?"
PSEUDOSORRISOS FALSOS
Parece que é só eu chegar para virem até minha casa pessoas em visitas inesperadas. Já na segunda feira meu pai realizou uma reunião de um grupo de ajudas que ele coordena. Os profissionais se reuniram na parte externa da casa enquanto eu me deliciava com o super capítulo de Caminho das Índias. No final da reunião algumas das profissionais foram se despedir da minha mãe. Elas me viram e...
"Nooossa, quanto tempooo... Tá boniiito... E essa barba?"
Assim vão seguindo meus dias. Como os quadros no Fantástico, saio sempre para fazer algum programa "Relembre Suas Origens": passear pela cidade, comer lanches na pracinha central, tomar sorvete com tios que vieram visitar as origens deles, marcar presença em festinhas infantis... Locais em que sempre rolam pessoas que me olham com um olhar feliz e dizem: "Nooossa, quanto tempooo... Tá boniiito... E essa barba?"
E eu lá, com meu pseudosorriso falso, respondendo: "Pois é... Minha barba. Cresceu."
O problema é que a maioria dos meus amigos nem voltaram para essas férias. E nem rola sair à noite com os poucos que aqui estão porque sei que nos bares vou encontrar ex-colegas que virão super empolgados com um copo de cerveja na mão até minha mesa para dizer: "Nooossa, quanto tempooo... Tá boniiito... E essa barba?"
Sério. Me sinto tanto um ex-BBB que é só botar o pé na rua e ver um cachorro vira-lata pra eu já soltar meu sorrisinho falso e dizer mecanicamente o bordão das férias do Gabriel: "Pois é... Minha barba. Cresceu."
Estou esgotado com tudo isso. hoje fui à missa em homenagem aos 80 anos da minha avó. Vários parentes. Eu já tinha visto todos e portanto nem precisaria ouvir sobre minha atual beleza ou minha barba de trocentos dias. Ledo engano. Voltando da comunhão vejo uma tia que ainda não tinha visto. Ela me olhou nos olhos e não conteve o sorriso largo. Deu pulinhos no banco e... Não disse nada. Só sorriu. Tipo, quase um "Oi, vim só pra beber..." mas vi nos mesmos olhos, diferentemente dos olhos dos outros, uma frase engasgada em seu peito emocionado:
"Nooossa, quanto tempooo... Tá boniiito... E essa barba?"
Fâque.
¬¬
Postado por Gabriel Rezende Mota às 02:15 13 humores foram limitados.
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Dia do Amigo!
Postado por Guilherme Toscano às 01:37 11 humores foram limitados.
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A publicidade manda um beijo
Sua vida tá uma merda. Você procura por novidade. Quer facilidades, quer se sentir completa, quer ter o luxo daquelas modelos que quase afogam na banheira com tanto hidratante só pra passar a imagem de maciez. Você quer ter aquela família perfeita de propaganda de margarina que sempre se une pra tomar café da manhã, um papai - com sorriso branco e impecável - que não tem pressa pra ir pro trabalho, a mamãe que não berra pra você sair da cama, e filhos que acordam com o maior bom-humor do mundo dizendo "QUE DIA BELO! JÁ DISSE QUE EU AMO VOCÊS, PAPAIS?". Você quer impor sua liberdade, afinal você que tem 18 anos e já pode fumar! Veste-se de cowboy e se imagina cavalgando... por aí com um amigo gay? Ok, não foi um bom exemplo. Enfim, você quer tudo, só ainda não sabe que quer. É aí que nós, os malvados aspirantes a publicitários, entramos.
Além desses clichês já citados, Olivieiro Toscani, famoso fotógrafo publicitário (responsável pela arte da polêmica Benneton) em seu livro "A Publicidade é um cadáver que nos sorri", cita vários outros clichês que encontramos por aí nas publicidades de rua (ou de casa). Assim como ele, várias pessoas condenam, não só a publicidade em si, mas os indivíduos que a seguem como estudo ou trabalho. "Eles são a imagem do capeta!" ou "VOCÊS SÃO O DEMÔNIO TRAVESTIDO!" são coisas que vocês (também) devem estar cansados de ouvir sobre a gente. Estamos aí pra estimular o desejo, fazer com que todos vocês consumam, consumam e consumam. Aí que tá. Espera que eu vá defender esse ponto de vista? Nós realmente queremos que vocês morram no desejo, que gastem todo os seus salários com os produtos que anunciamos até perder a casa, a família, o cachorro, a sogra, ao ponto de você ir morar na rua e o cachorro mulambento lamber seu pé cheio de fungos por não ter mais sapatos e... tá, exagerei um pouco. Mesmo porque se você ficar pobre quem vai continuar consumindo o que anunciamos, né? Desculpe, desculpe. Caro leitor consumidor, compre! Isso vai te trazer felicidade, amor, alegria de viver! Olha só, você pode ficar pobre, mas você vai ser o homem mais viril do mundo com esse carro. As mulheres não vão te deixar em paz usando esse desodorante. E o relógio? Com ele não há como ficar mais sofisticado! E você, mulher? Com esse absorvente os homens notarão que você está mais leve. Usando esse perfume você denota a sua personalidade! E esse sabonete? Tem como ser mais mulher sem esse sabonete? Claro que não. Sem a publicidade o mundo não teria esse glamour todo. Falta de ética? Absolutamente não! Apenas uma forma certeira de venda que atinge o maior número de pessoas em menor tempo, e tempo é dinheiro, vocês sabem.
Nós construimos a atmosfera perfeita, desejos ao ponto de serem objetivos de vida, criamos produtos e pessoas sem defeitos, associamos valores indispensáveis em artigos que (talvez) não façam tão bem a saúde. Olhando por esse lado parece tão maquiavélico, não acham? Chega a ser engraçado... Ainda há aqueles que culpam a publicidade pelo alto índice de assaltos atualmente no mundo, afinal nós, vilões do planeta, injetamos alta taxa de desejo nas pessoas. Poucas pessoas sabem, mas injetamos também (juntamente ao desejo) um pouco de falta de caráter pra incitar as pessoas ao roubo e ao homicídio. Sensacional, não? Mesmo porque quem criou os ladrões e marginais em todo o mundo foi a publicidade, sabiam? Todos vieram da EMIRC ou Escola de Marginais Instruidos a Roubar e.. Cachorro, e o slogan é: "venha você também!". Até porque que mal tem fazer parte da indústria criminosa se dá tanto dinheiro, né? Se a Publicidade, que é o capeta, também existe, por que não posso roubar?
Entretanto, isso é somente uma lente que se usam pra falar da publicidade. E o outro lado da moeda? Que tal fazer ver a publicidade como uma potência alternativa pra pra divulgação de produtos que facilitam a sua vida até hoje?, ou como responsável por levantar a economia de um país? A publicidade como um grande difusor de idéias e ideais? Como acelerador na circulação de dinheiro, o que leva a maior geração de emprego? A publicidade como a autora do estímulo ao progresso ou até como o essencial elemento que faz o jornal, a rádio ou a televisão existirem? Porque sim, enquanto você assiste Grey's Anatomy (ou CSI, ER, Scrubs, Coldcase, Lost, 24h, Dexter, Heroes, House, ou qualquer programa decente a sua escolha) quem você acha que sustenta financeiramente todo o processo de criação e montagem? Simples: a publicidade. É ela que te apresenta produtos que hoje você não vive sem e facilitam em 100% sua vida atualmente. É ela que te tira do tédio de um domingo na televisão e é ela que não te faz lavar roupa esfregando no tanque até hoje.
Sei que isso tudo soa muito manipulador. Mas nem tudo é lindo no mundo capitalista, de acordo? O objetivo é a venda, independentemente do meio. Se criamos desejos é porque vocês os tinham antes dentro de si, porém retraidos, reprimidos, e a publicidade os ajudaram a enxergar isso. Estamos aqui pra ajudar e não pra insinuar consumo exacerbado, diferentemente do que muitos pensam. Tá, mentira, pronto, falei. Ninguém aqui é santo. A publicidade é uma máfia, o padre da sua igreja come criancinhas, a sua mãe DÁ SIM pro seu pai, e o mundo não é perfeito. Mesmo esquema: consumam até morrerem. Se houver alguma herança pra ser gastada com nossos produtos, melhor ainda. Até no funeral a gente marca presença. Você morre, e continua consumindo. Consome caixão, flores, lembranças, espaço, túmulo, etc. Tudo pela estética perfeita que a própria publicidade constrói. Você morre, e a publicidade manda lembranças: diferentemente de você, ela sempre vai existir, seja você a favor ou não.
E você, acha que a publicidade é a mais nova vilã da modernidade depois da Nazaré Tedesco ou acredita que ela (a publicidade, óbvio) seja uma das responsáveis pelo avanço e o progresso do mundo contemporâneo?
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• Para os leitores ingênuos que não entenderam os negritos, leiam a sigla da Escola para formação de criminosos de trás pra frente. Faz sentido agora?
• Dê opiniões você também acerca das temáticas a serem abordadas em nosso blog mandando suas sugestões por twitter, orkut ou por email.
Postado por Pedro Ascar às 19:07 15 humores foram limitados.
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www.@.com. Tem br no fim, filho?
Estava eu esses dias indo para a faculdade quando um assunto relacionado a isso começou no banco de trás do ônibus. Duas senhoras conversavam. Uma delas desabafou: "Maisi num é minina, minha neta, côusa mar linda, ia lá pra casa diiiirreeetoo, num saía di lá. Mar agora, cum cumputadô lá, ela chega e já vai direto prele, nem dá mar atenção pra genti. Nem sei u qui ela acha di bão lá. Fica a tarrrde tôôôda sentada lá. Esses jove di hoji nem armoça mar ca gente na mesa, vai tudo cus prato pru cumputadô..."
É certo que esse
Oi, sou foda?
Não briga comigo, filho... Papai não sabe o que é spam...
Papeis se inverteram: nos lares brasileiros os filhos estão quase botando os pais de castigo, quase os matriculando em cursos de informática (eles ainda existem?) para não ter que ficar ensinando seus progenitores que aquele tracinho que a gente usa no e-mail não é um tracinho, mas sim o underline, porque o tracinho na verdade é a mesma coisa que o sinal de menos.
E os filhos sabem que é um saco ter que sair do emeesseene porque o pai quer acessar as mensagens de e-mail da sua página da internet: "Filhão, acessa aí o e-mail do pai: dáblio, dáblio, dáblio ponto, paizao arroba, ponto bê erre..."
Minha mãe que é legal, ela ainda hoje se confunde toda com o ".br" e o bom uso do "@". Mas tá aí, no orkut, assim como meu pai, que não consegue usar aquela rodinha do mouse. Ele cantarola, descendo toda a página do seu orkut clicando e segurando na barra de rolagem. Acho que de tanto eu tentar ensiná-los as coisas básicas desse mundo moderno eles desistiram e me passaram tooodas as senhas de seus orkuts e e-mails. "Filhão, bota as foto do pai lá no meu orkut depois?"
Agora, o que eu acho mais dramático é ter que passar o antivírus depois. Ele encontra computador nos meus vírus [/reversal russa] e eu sei que meus pais não têm culpa de terem clicado naquela mensagem powerpoint bonitinha de bebês fofinhos e gatinhos sapecas antes de o computador desligar sozinho, misteriosamente. Pô, hackers? Por que vocês apelam para o sentimentalismo na hora de entrar no meu computador. Meu, é barra ver os olhinhos de medo dos meus pais quando eu explico que aquele e-mail que eles abriram tinha um vírus que apagou todas as fotos do computador. "Ai meu filho, desculpa... A mãe não sabia, ela ainda não entende dessas coisas, snif."
Vou para minha cidade natal ainda nesta semana. E terei que organizar o computador que meus pais compraram. Tou aqui na dúvida de como montar uma cartilha simples e eficiente do uso saudável da internet. Eles não me terão lá todos os dias. Vou ver se arrumo um bom antivírus, vou ver se deixo tudo escrito para eles saberem usar. Se bem que como o mundo tá tããão moderno, basta eu instalar o Skype lá que a qualquer momento estarei on line para solucionar os problemas que futuramente eles possam ter.
"Filho, a mãe esqueceu a senha do e-mail dela. Onde que eu ligo pra conseguir outra?"
E você? Ainda ensina seus pais a usar o computador?
P.S.1: Este post foi sugerido pelo nosso leitor (e meu amigo) Beto. Ou Alberto, ou Betim.
P.S.2: Eu sempre vou ter histórias para contar depois de descer de um ônibus aqui em Goiânia.
P.S.3: As frases entre aspas não são necessariamente reais. Algumas são fictícias sim, porque meus pais também já estão "antenados" há algum tempo nesse mundo cíberdigit@l.
Postado por Gabriel Rezende Mota às 00:43 21 humores foram limitados.
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Amizades Virtuais.
Postado por Guilherme Toscano às 02:16 15 humores foram limitados.
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